Mostrando postagens com marcador Pagina Inicial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pagina Inicial. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 1334941684

  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


Contato

 

Entre em contato pelo nosso wthasapp: 
13 9155-1790  ou ligue 13 3494-1684   

 

Para mais informações! 


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

 

Clique Aqui para contato!

 

Nos Sigam no Instagram  e no Twitter

e curtam também nosso Facebook  

 

www.petschool.net.br

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 13 33951176


Peixes famosos: os mais conhecidos do cinema

Filmes com personagens animais fazem muito sucesso entre crianças e adultos cheios de imaginação. No caso dos peixes, não é sempre que eles são protagonistas, mas, quando têm papel de destaque, o sucesso dos peixes famosos é tanto que chega até a influenciar as vendas em lojas de aquarismo!
Para quem quer conhecer melhor quem são esses peixes “artistas”, listamos algumas das espécies de peixes mais famosas do cinema.

Peixe-palhaço: Procurando Nemo


 Uma das maiores provas de como a cultura pop pode ter impacto no mundo do aquarismo. A venda do peixe-palhaço chegou a aumentar cerca de 40% após o lançamento do filme, em 2003.
O aumento foi tanto que diversas ONGs fizeram apelos desestimulando a compra da espécie. A alta procura aumentou o número de peixes retirados diretamente no mar. Preocupante, não é mesmo?
Além de muito divertido, o filme do Nemo chama atenção por retratar fielmente alguns hábitos da espécie. A sua protocooperação com as anêmonas do mar é um ótimo exemplo!

Tang-azul: Procurando Dory


O filme pode até levar o nome do pequeno peixe-palhaço, mas se tem um personagem que roubou a cena do lançamento da Pixar foi a tang-azul Dory. Não à toa, a personagem ganhou seu próprio filme em 2016.
Lembrada especialmente por seu problema de perda de memória recente, Dory é responsável por alguns dos momentos mais divertidos e, ao mesmo tempo, mais delicados do desenho. Além disso, trata-se de uma espécie sensível, que exige mais experiência do aquarista.

Peixe-dourado: Pinóquio


Embora não fosse protagonista, a charmosa peixinha Cleo não passou despercebida em “Pinóquio”, animação da Disney de 1940. Ela viveu grandes aventuras, como ser engolida pela baleia junto com Gepetto e o bichano Fígaro.
Sobre a representação do peixe-dourado feita pelo filme, é importante destacar que Cleo está longe de viver em condições adequadas para um peixe.
Além de ficar em um recipiente aberto, exposta aos ataques do gato Fígaro, seu aquário globular é pequeno e não possui nenhum equipamento de adequação e manutenção dos parâmetros da água.

Peixe-anjo-real: A Pequena Sereia


É difícil imaginar como seria a vida de Ariel, de “A Pequena Sereia”, sem a companhia de seu fiel escudeiro Linguado.
Apesar de muito medroso, o famoso peixe da pequena sereia está com ela em todos os momentos. Mas você sabia que, ao contrário do que sugere o nome, ele não pertence ao grupo de peixes linguados?
Na verdade, acredita-se que, ao menos visualmente, o companheiro de Ariel tenha sido inspirado na espécie conhecida como peixe-anjo-real.
Encontrada nos oceanos Índico e Pacífico, a espécie é delicada e exige bastante conhecimento do aquarista para ter longevidade. Além disso, trata-se de uma espécie com difícil reprodução em cativeiro.

Bodião-limpador: O Espanta Tubarões


Não é coincidência que o personagem Oscar, de “O Espanta Tubarões”, trabalhe em um lava-rápido. Na vida real, o bodião-limpador limpa o corpo de outros peixes à medida que se alimenta dos parasitas presentes neles.
Mas a participação em relações mutualísticas não é a única qualidade da espécie!
Ela também é muito conhecida por sua inteligência acima da média entre os peixes. Prova disso é que, em 2018, um estudo provou que o bodião-limpador é capaz de se reconhecer no espelho.
Com isso, os peixes famosos entraram para o seleto grupo de animais capazes de realizar o feito, que inclui também golfinhos e orangotangos.




Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook


terça-feira, 26 de novembro de 2019

Curso de Banho e tosa em Itanhaem 13 33951176

Como educar um gato corretamente

Existe o mito de que os gatos são incontroláveis, coisa que não é verdade, de forma alguma. O que acontece é que há uma confusão de termos, uma coisa é educar um gato para conseguir uma convivência sadia e pacífica com ele e os membros da sua casa, e outra coisa é adestrá-lo para que faça truques. Ambas coisas são possíveis, mas a educação é indispensável, enquanto que o adestramento pode ser opcional. A seguir, daremos alguns conselhos sobre como educar o seu gato.
Em primeiro lugar, você deve ter em conta certos elementos que deverá considerar:

Como educar um gato



1- Para que use a caixa de areia

Isto é de vital importância para as pessoas que compartilham um espaço pequeno com seu gato, por exemplo um apartamento, ou no caso do gato não poder sair de casa. A higiene é algo que se deve garantir dentro da convivência entre qualquer pessoa e seu animal de estimação. Os excrementos e a urina fora de lugar podem ser, além de algo muito desconfortável, focos de bactérias e demais problemas derivados. Por isso é importante ensinar o gato a usar a sua caixa de areia.
Para ensinar o seu gato a usar a caixa de areia, você deve colocá-la em um lugar de fácil acesso e que seja ventilado, para evitar o mau cheiro, depois colocar o gato nela para deixar que ele a explore e se sinta confortável com ela. Os gatos gostam de fazer as suas necessidades na terra ou na areia, portanto, não será difícil que ele se adapte a usá-la. Você pode colocá-lo na caixa depois que ele acordar, depois que comer, ou quando você o vir fazendo suas necessidades em outro lugar. Será só questão de tempo até que se acostume a usá-la com frequência.

2- Para que não morda ou arranhe

Pode parecer incrível, mas os gatos podem chegar a ser uns verdadeiros mordedores, sem falar das suas unhas afiadas. Se você não educou o seu gato para que não arranhe ou morda, as suas mãos certamente já terão sofrido as consequências. Por causa dos papéis de hierarquia, é normal que um gato morda ou arranhe quando você tem um contato excessivo com ele, contudo não é normal que o faça em qualquer ocasião ou que lhe cause alguma ferida.
Se você deseja evitar que o seu gato arranhe, deverá acostumá-lo desde filhote ao contato físico, assim como à socialização com outras pessoas e animais. Você tem que entender que o gato lhe dirá em que momento ele quer ser tocado e quando não quer que você se aproxime, parte da relação com os gatos é entender o seu estado de espírito e a sua linguagem. Procure acariciá-lo com frequência quando ele estiver relaxado, procure fazer carícias suaves na cabeça, no queixo e nas costas, evite a barriga, esta zona é muito sensível, e as carícias podem provocar certa dor.

3- Não afiar as unhas nos seus móveis

Os gatos usam as garras nos objetos como uma forma de marcar o território, portanto, deixarão rastros visuais a outros animais. Sendo assim, isto será um pouco difícil para eles, em especial se é uma conduta que se tornou contínua. O melhor que você pode fazer é comprar um arranhador ou dar-lhe algo para que o gato possa lixar suas unhas e ensinar-lhe a usá-lo. Quando você o vir arranhando as unhas em um lugar onde não deve, repreenda-o, dizendo-lhe “NÃO!”; ou borrifando-lhe com um pouco de água. Depois disso, você pode levá-lo ao arranhador para que ele saiba que esse é o lugar apropriado para fazer isso.
Você precisará de um pouco de paciência e lembre-se de não usar a violência com eles, pois isso os deixará desconfiados. Caso prefira usar palavras (Não! Pare!), o melhor é sempre usar as mesmas palavras.

4- Para que permita que o escovem

Você evitará muitos problemas de saúde do seu gato, se o escovar com frequência. Ainda que isso seja um verdadeiro transtorno, se seu gato não estiver acostumado. Use com frequência uma escova especial para gatos e que corresponda ao seu tipo de pelo. Você pode incluir a escovação nos rituais de carícias, assim o gato se sentirá confortável e à vontade enquanto estiver sendo escovado.




Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 13 33951176


9 raças de cães difíceis de adestrar


Há boatos entre os donos de que existem raças de cães difíceis de adestrar. Muitos acreditam que huskies, samoiedos ou raças japonesas são “difíceis”, e que não podem ser treinadas ou educadas como outros cães. O que há de verdade nisso?

Raças primitivas: as raças de cães difíceis de adestrar

Nem todas as raças de cães surgiram ao mesmo tempo. Algumas apareceram pouco depois da Idade Média, outras apareceram no século 19, mas há algumas espécies que são muito mais antigas.
Acredita-se que os cães começaram a se diferenciar dos lobos e a evoluírem sozinhos no ano 4.000 a. C. Os seres humanos se tornaram sedentários. Isso levou à criação de depósitos de lixo nos arredores dos assentamentos. Sendo assim, vários grupos de lobos passaram a se alimentar dos restos de comida em vez de caçar. Eles foram considerados os primeiros cães.
Existem algumas raças primitivas, ou seja, cães que evoluíram pouco desde então. Suas características são semelhantes às dos seus ancestrais. Por isso, ainda possuem muitos traços de seus “pais”.
Estas são as raças nórdicas ou asiáticas:

Husky siberiano
Malamute do Alasca
Samoiedo
Cães do tipo spitz
Pastores finlandeses ou nórdicos em geral
Chow Chow
Akita inu
Shiba Inu
Jindo coreano

As raças nórdicas como husky são tão primitivas que não aprenderam a latir, embora possam desenvolver a capacidade ao longo de sua vida. Apesar disso, esse traço não é instintivo, como acontece com o resto das raças. Huskies e malamutes, por exemplo, uivam para se comunicarem, eles não latem.
As raças japonesas, sim, latem. Entretanto, quem conhece um cão japonês pode perceber que eles têm um temperamento e um caráter muito diferentes dos outros cães.

Raças difíceis para treinar e punir

Não é verdade que essas raças não podem ser treinadas. Prova disso é que os cães nórdicos são frequentemente treinados para puxar trenós, cuidar do gado ou caçar. O que torna essas raças especiais é que elas não podem ser treinadas com punição.
Normalmente, quando queremos educar ou treinar um cão, cometemos o erro de puni-los quando estão errados. Em vez de permitirmos que tentem até conseguirem realizar o que queremos e depois recompensá-lo. Normalmente, interrompemos seus processos de aprendizagem com experiências negativas.
Essa técnica definitivamente não funciona com essas raças. Outras raças foram moldadas e misturadas com outros cães que reagiam da forma que interessa aos humanos em relação ao castigo. Entretanto, cães primitivos não desenvolveram essa capacidade.
Ou seja, se você está tentando ensinar algo a um husky (pode ser que seja para ficar sentado ou não pedir comida na mesa), não conseguirá nada punindo ou repreendendo o cão. Ele não consegue relacionar o comportamento com seu castigo. Dessa forma, você só vai conseguir deixá-lo assustado. Além disso, dessa forma, ele não recebe nenhuma informação, nem mesmo sabe que está fazendo algo errado.

Reforço positivo: certeza de sucesso

As raças nórdicas, japonesas ou primitivas não podem aprender por punição. No entanto, eles reagem muito bem ao reforço positivo e aos prêmios.
O processo de aprendizagem de qualquer cão é acelerado se eliminarmos as punições e o educarmos apenas com o reforço positivo. O reforço positivo é uma gratificação. Ou seja, dar algo que um cão gosta como consequência de um comportamento que queremos que ele repita.
Algo muito simples de fazer é recompensar o animal quando eles realizam o que queremos.  Isso é essencial com essas raças de cães difíceis de treinar. Pois, apesar de serem incapazes de relacionarem algo negativo com seu comportamento, relacionam uma consequência desejável ao seu comportamento de forma muito fácil e rápida.
Ou seja, se você quer que um husky pare de pedir comida na mesa, ele aprenderá muito melhor se você recompensá-lo quando ele não está pedindo. Isso será muito melhor do que puni-lo por estar ao seu lado fazendo uma cara feia para o cão. O reforço positivo é necessário para a aprendizagem de qualquer cão e, no caso das raças de cães difíceis de adestrar, é a única opção disponível.

Reforço positivo em gatos

Aqueles que costumam se referir a essas raças como “cães-gatos” têm alguma razão. Afinal, esses cães aprendem da mesma forma que seus companheiros felinos. Os gatos não relacionam uma punição ao seu comportamento. Em vez disso, eles aprendem muito rapidamente aplicando métodos baseados apenas em reforço positivo.
Se o seu gato arranhar o sofá e você repreender ou castigar o animal toda vez que ele fizer isso, ele continuará a arranhar o sofá. O gato não entende que sua reação e o comportamento negativo dele estão relacionados. No entanto, se em vez de usar o sofá para arranhar, ele usar o arranhador e ganhar um prêmio, entenderá bastante rápido o que você deseja.
Como as raças nórdicas, asiáticas ou primitivas, os gatos não podem aprender com base no castigo. No entanto, isso não significa que eles não possam aprender: podem ser treinados, mas usando reforço positivo.
Com prêmios e apenas um pouco de paciência, qualquer cão, mesmo que seja uma dessas raças de cães difíceis de adestrar, consegue aprender.





Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook



terça-feira, 19 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 13 33951176


Conheça os tipos de pelagem de cães e gatos


Se você já parou para observar cães e gatos deve ter reparado que, além das características de raça como tamanho e traços, os bichinhos também diferem no tipo da pelagem. Por mais que seja possível realizar tosas e penteados a pelagem dos animais é única e os acompanha como característica para a vida toda. Sabendo qual o tipo de pelo do seu pet você pode escolher tratamentos e cuidados adequados para que ele fique ainda mais saudável e lindão.

Cachorros:

– Pelo curto
Como o próprio nome diz, os cães de pelo curto possuem a pelagem mais baixa, geralmente fina e que deve ser escovada com frequência, mas com cuidado. Usar materiais como rasqueadeiras sem o devido preparo em animais deste tipo de pelagem pode feri-lo, tanto pelo por estar muito próximo da pele, quanto por ser mais sensível e por estar mais exposta. Os cães de pelo curto costumam sentir um pouco mais o impacto de altas e baixas temperaturas e não devem ficar expostos ao sol por muito tempo para evitar queimaduras na pele, especialmente se a pelagem for clara. Pugs, Chihuahuas e Bulldogs Fracês são alguns exemplos de pelo curto.

– Pelo longo
Os cães de pelo longo apresentam uma pelagem longa, com caimento. Geralmente os pelos são ligeiramente finos, mas aparecem em grandes quantidades. É um tipo de pelagem apta a formar nós e embaraçar, portanto o cuidado e a escovação devem ser frequentes. Outra precaução que deve ser tomada é com o tamanho dos pelos, ao alcançarem certa altura podem dificultar a caminhada ou a visão do cão, neste caso devem ser aparados. São cães de pelos longos: Lhasa Apso, Shi Tzu, etc.

– Pelo encaracolado
Os pelos encaracolados são longos, mas não aparentam tanto tamanho por possuírem a curvatura. Não apresentam muita queda e podem ser aparados de tempos em tempos para que se renovem e renasçam com mais saúde. Importante salientar que antes de qualquer tosa mais ousada é bom testar a lâmina em uma pequena porção da pele do cão para se certificar de que ele não possui nenhum tipo de alergia. Um conhecido exemplo deste tipo de pelagem é o Poodle.

– Pelagem dupla
Cães com esta pelagem geralmente por cima possuem um pelo de aspecto levemente duro e por baixo mais macio, ainda que grosso. A dupla pelagem acontece para proteger o cachorro de temperaturas extremas, é encontrado, por exemplo, em raças vindas de regiões frias como os Huskys Siberianos e os Pastores Alemães.

– Pelo longo e curto
Sim, um cão só pode apresentar dois tipos de pelagem, como é o caso de Goldens Retriever. Na região do rosto e cabeça o pelo é mais curto, no corpo mais longo e misto nas pernas. Os cuidados tomados devem ser os mesmos de uma pelagem longa, escovando com mais cuidados nas regiões curtas.

Gatos:
A pelagem dos gatos se divide por tipo e cor.

– Escamas
São os gatos pretos e alaranjados, onde as cores se dividem por todo o corpo do animal.

– Sólido
Este tipo de pelagem possui uma única cor, sem variar em parte alguma do corpo.

– Tabby
Os Tabbys são gatos listrados e com manchas distribuídas pelo corpo. A categoria se divide conforme a marcação e o tipo das listras vistas no animal.

– Branco
Diferente do que se acredita, os gatos brancos não estão na categoria “sólido”. Aqui o branco não é uma cor e sim a falta dela. Gatos considerados brancos de fato possuem olhos azuis, cobres ou, em casos mais raros, um de cada cor.

– Golden
Os gatos golden possuem pelagem dourada. Tons dourados mais escuros ou claros podem dividir espaço no corpo do animal.

– Frajola
Os queridos frajolinhas são parecidos com o animal de desenho animado que dá nome ao tipo. São pretos e brancos e costumam ter o rostinho manchado pelas duas cores.




Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook



segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em Itanhem 13 33951176

Coceira em cães 


O comportamento de se coçar é comum para os cães, assim como brincar, dormir e se alimentar. Porém, você deve ficar atento para saber se o seu animal está se coçando de forma exagerada.

Não existe um remédio específico para curar coceira em cachorro, mas existem diferentes remédios que podem ser receitados para você utilizar no tratamento do animal, dependendo de quadro clínico dele.



Cachorro com coceira: o que fazer

Antes de te explicar como curar coceira em cachorro, é importante que você preste atenção em alguns aspectos.
Coceira exagerada em cachorro: é comum que o cachorro dê algumas coçadas rápidas ao longo do dia, porém, se o animal estiver coçando mais que o normal, com muita frequência, em longos períodos, com perda de pelo e com feridas, você deve procurar acompanhamento de um médico veterinário para diagnosticar o seu animal e explicar qual tratamento mais indicado de acordo com as características do seu cachorro.
O ato de se coçar pode ser o sintoma para diferentes problemas no corpo do cão. Para cuidar de forma adequada do pet, você deve se informar sobre as possíveis doenças que apresentam coceira como sintoma e assim, realizar o tratamento da coceira em cachorro de forma efetiva, garantindo a boa saúde do animal.

Coceira em cachorro por estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade podem ser causados por diversas situações, como acúmulo de energia, ficar isolado por longos períodos, ficar sem interagir com seu tutor ou outros cachorros, ficar sem brincadeiras, e podem resultar em outras doenças.
Estresse e ansiedade são quadros psicológicos que podem deixar seu cachorro com coceira excessiva. Além desse sintoma, o seu cachorro pode apresentar alguns comportamentos adversos, como:
Latir excessivamente;
Lamber-se excessivamente;
Tremer;
Respiração ofegante;
Esconder-se;
Agitação;
Destruir objetos.

O tipo de tratamento dependerá do estágio de estresse e ansiedade que o seu cachorro for diagnosticado mas alguns aspectos podem indicar qual o melhor tratamento. O médico veterinário pode indicar remédios à base de butirofenonas, ou então remédios homeopáticos como o Ignatia.
Além de medicamentos, você pode fazer algumas atividades que podem auxiliar no tratamento do animal com depressão e ansiedade, como por exemplo: dar mais atenção, realizar exercícios físicos, brincar mais com o cachorro, entre outras.
Também existem alguns produtos naturais que podem auxiliar no tratamento do cachorro com depressão e ansiedade, pois diminuem o estresse do animal.

Cachorro com coceira e feridas
Uma das principais causas de cachorro com coceira e ferias é a sarna. Uma doença de pele causada por ácaros que além de deixar seu cachorro com coceira e feridas na pele, pode causar manchas vermelhas no corpo do animal. Os principais sintomas que a sarna provoca são:

Vermelhidão e inflamação da pele;
Arranhar constante;
Esfregar contra objetos e o solo em busca de alívio;
Perda de apetite;
Grande perda de peso;
Perda e enfraquecimento do pelo com zonas completamente sem pelo;
Descamação cutânea;
Feridas e bolhas na pele;
Mau cheiro da pele;
Pele seca, com crostas e grossa nas fases mais avançadas da sarna.
Existem alguns fatores que podem deixar o seu cachorro mais propenso em contrair sarna e estes incluem:
Falta de higiene (no ambiente e no cachorro);
Baixa imunidade;
Alimentação de baixa qualidade;
Contato constante com animais infectados.

Uma vez que seu cachorro for diagnosticado com sarna, o médico veterinário pode indicar os melhores remédios para tratar a doença e a coceira em cachorro. Os principais remédios indicados são as acaricidas, geralmente ivermectina, selamectina, moxidectina e milbemicina oxima.
Além desses medicamentos, você pode optar por remédios caseiros como o Aloé vera, que diminuem a sensação de coceira e auxilia na cicatrização da pele do seu cachorro.

Coceira em cachorro pode ser alergia?

O processo alérgico se dá por uma resposta do sistema imunológico do cachorro à alguma substância que tenha tido contato recentemente. Essas substâncias podem ser diversas, como pólen, ervas, sementes, saliva de carrapato, saliva de pulga, produtos químicos de limpeza, ingredientes alimentares, entre outros.

Sintomas de alergia em cachorro

Os principais sintomas de alergia em cães são:
Irritação da pele;
Vermelhidão na pele;
Acúmulo de cera nos ouvidos;
Espirros frequentes;
Vômito;
Arroto;
Diarreia;
Perda de apetite.
Uma das doenças alergênicas mais comuns entre os cachorros é a dermatite atópica, uma doença inflamatória causada pela alergia à substâncias do meio em que o cão se encontra. Os animais começam à apresentar sinais dessa doença entre 3 meses e 6 anos de idade. Algumas raças de cachorro são mais propensas em adquiri-la como:

White Terrier;
Dálmata;
Labrador;
Pastor Alemão;
Boxer;
Shar Pei;
Bulldog Francês.

Entre os sintomas dessa doença estão, coceira excessiva, aparecimentos de feridas e lesões, quedas de pelos. O tratamento para curar a coceira em cachorro pode variar de acordo com qual substância o seu animal apresentou alergia. Mesmo que não seja uma tarefa fácil, é essencial que você descubra o que está causando essa reação no animal, para que assim, impeça que o cachorro entre em contato com essa substância. Nesses casos você pode contar com a ajuda de um médico veterinário, pois ele pode auxiliar com a investigação de substancias alergênicas para cachorros, além de realizar exames laboratoriais.
Enquanto você não encontrar a causa da coceira em cachorro, você pode utilizar alguns remédios para coceira no cachorro para abrandar os sintomas das alergias e garantir mais conforto ao animal. Podem ser utilizados remédios receitados pelo médico veterinário como anti-histamínicos por exemplo, clemastina, difenidramina, clorfeniramina, hydroxyzine, cyproheptadine, cremes, xampus e loções que tem por objetivo eliminar a coceira do cachorro e tratamentos de imunoterapia.
Sugerimos-lhe que leve o seu animal de estimação ao veterinário no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.




Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 13 33951176


Paris Hilton  - dona dos cachorros mais luxuosos do mundo





Resultado de imagem para imagens paris hilton e seu cachorro dollar"






Para começar, um dos peludos da socialite norte – americana chama – se Dollar . Mas diferentemente do que pensam , ele não foi comprado com pedigree e nem tem sangue azul : ela o adotou .E é um dos muitos que ela tem agregando – se ao time de Tinkerbell , Lola e Pixie ,alguns dos  demais moradores da mansão que a herdeira dos hotéis que levam seu sobrenome comprou apenas para abriga – los ,com móveis projetados especialmente para os seus bichinhos, que entre eles também estão papagaio e coelhos.
Ela tem diversas raças como Lulu da Pomerânia , o Chihuahua e o Pug. E como dizem que eles se parecem com seus donos ,os de Paris são considerados um dos cachorros dos famosos mais  famosos do mundo, pelas roupas ,que ela lançou uma linha de trajes para pets por conta disto, acessórios personalizados e tratamentos exclusivos .

Curso de Banho e Tosa em Itanhaem 1333951176


Tosa de Cães - Diferentes Tipos de Tosas


Ao contrário do que pode parecer, levar um cachorro ao pet shop não é apenas questão de estética e a tosa de cães é um excelente exemplo disso. Por mais que seja também feita para embelezar o cão – como os cortes de cabelo nas pessoas –, sua função não é apenas essa.

A tosa de cães é, acima de tudo, uma questão de higiene e saúde, tanto para o animal, quanto para o seu dono, uma vez que o excesso de pelos pode gerar o acúmulo de fungos, bactérias e parasitas, nocivos para a saúde do bichinho e de seu dono.

Tosa bebê: ideal para cães de pelagem longa, como Lhasa Apso, Poodle, Shih Tzu, Maltês e Yorkshire. Essa tosa deixa o cão com aproximadamente a quantidade de pelos de um filhote. Os pelos ficam mais baixos, mas seguem com um ou dois dedos de comprimento. É prática e tende a evitar pelos embolados. Facilita no manejo do cãozinho que o dono não pode dispender muito tempo com escovação.

Tosa na máquina: a máquina, feita especialmente para tosa (não é igual à máquina de corte de cabelo) é passada pelo corpo do cão de acordo com a direção do pelo. As lâminas são de tamanhos diversos, variando de acordo com a raça e o tipo de tosa. Quanto mais os pelos ficarem embolados, mais curta deve ser a tosa de máquina e alguns acabamentos são feitos na tesoura.

Tosa na tesoura: não há o uso de máquina de tosa, sendo toda a tosa feita com tesoura. Pode ser feita em qualquer raça com pelagem media a longa, e é recomendada para cães que tenham alergia às lâminas das máquinas (isso pode sim acontecer), como também para bichinhos que ficam muito estressados com barulho. A tosa na tesoura demora mais do que na máquina, para a segurança do bichinho, porém o acabamento dos pelos fica mais suave e natural.

A Tosa Higiênica

Além dos tipos específicos para cada raça, passando também pelo gosto pessoal do dono do cão, a tosa higiênica pode ser aplicada a todos os cães. Esse tipo de tosa visa, principalmente, a limpeza de partes específicas do cachorro, sendo aparados os pelos da região genial e das patas – e da barriga, para os cachorros machos.
A intenção da tosa higiênica é evitar o acúmulo de sujeira nas partes mais suscetíveis a isso. É importante que a tosa higiênica seja feita sob a supervisão de um profissional, que analise as características da pelagem do cão e faça a tosa no comprimento correto para cada região, além de utilizar os equipamentos mais recomendados.

Não faça a tosa se não tiver curso!

Por mais fáceis de tosar que os pelos do seu cachorro pareçam, a execução da tosa exige mais cuidados do que o banho, por exemplo, que pode ser feito em casa ou a escolha do shampoo. Durante a tosa, lida-se com lâminas e máquinas que podem machucar tanto o cão quanto quem está aparando seus pelos.
Por isso, é altamente recomendado que a tosa seja feita por profissionais especializados, que já estejam acostumados e tenham conhecimento do manuseio correto dos materiais, principalmente se a tosa for a higiênica, que lida com as partes mais delicadas do corpo do cachorro.

E não se esqueça de escovar!

Aliada ao banho e tosa de cães, a escovação é muito importante para a higiene do cachorro. Além de eliminar os nós, a escovação também remove a pelagem morta e a escova, ao ser passada pelo cão, auxilia a espalhar a gordura da pele, o que deixa os pelos mais brilhantes. Conforme o passar da escova pela pele do cão, também é ativada a irrigação sanguínea, que melhora a circulação e ativa o sistema imunológico.




Entre em contato pelo nosso wthasapp:

13 3395-1176

Para mais informações!


Agende uma visita, ficaremos felizes em recebe-lo!

Nos Sigam no



e curtam também nosso Facebook